Achei a maneira de divulgar essas biografias um pouco “antiquada”, afinal quem é que ainda não sabe que nos anos 60,l 70 e 80 o negócio com drogas e sexo era bastante mais “movimentado” do que hoje em dia? De qualquer forma, repasso a matéria da Folha Online…. e admito que fiquei morrendo de vontade de ler a biografia do Bowie!
A autobiografia de Ozzy Osbourne deve chegar às livrarias brasileiras em junho deste ano. “I Am Ozzy”, que será publicada pela editora ARX, expõe os escândalos e os momentos divertidos que rondam a história de um dos mais importantes artistas de rock de todos os tempos.
Ozzy fala da formação do Black Sabbath e dos conturbados anos de drogas e loucura, além de mostrar sua visão sobre a carreira solo cheia de sucessos e excessos. A família insólita do músico, protagonista de um reality show na MTV, também está no livro.
A ARX ainda pretende lançar, em julho, o livro “David Bowie: a Biografia”. Escrito pelo jornalista Marc Spitz, traz detalhes sobre a bissexualidade e o vício em cocaína do astro inglês, que marcou o comportamento de várias gerações. A infância, os discos e os filmes de Bowie estão nesta obra, que aborda fatos atuais, até a sua recente (e aparente) aposentadoria.
Se tem algo que me agrada sempre é quando as pessoas conseguem fugir dos estereótipos. Acho que cada um pode escolher ser da maneira que quiser… mas tenho que admitir que tenho maior apreço por aqueles que saem do óbvio, mostrando para a sociedade outras “facetas”.
Sim… podem me jogar pedras se quiserem, mas gosto de ver lésbicas femininas. E homens gays não estereotipados. Isso não quer dizer que eu não possa conviver com os opostos.
De qualquer forma, Angélica protagonizou um ótimo ensaio para o Paparazo! Para todos os idiotas que ficavam debochando pelo fato dela ser lésbica e por seu “bigode”, só tenho uma coisa a dizer: Vocês não entendem nada de mulher!
A questão do Dourado não é quem ele é. Isso é um problema dele e a gente sente que o cara tenta ser reflexivo e se arrepende da arrogância etc. A questão, pra mim, foi a rápida identificação de uma parcela do público com ele.
Será que o brasileiro acha que heterossexual não pega AIDS e somente quem faz sexo anal e é viado pode ser contaminado? Será que o brasileiro sente asco diante de um comportamento feminino-masculino e acusa como anormal tal diversidade? Será que o brasileiro fica ofendido se for insinuado que alguém do mesmo sexo sente atrações por ele? Será que o brasileiro sente desejos fortes de quebrar alguém e mandar para o hospital só porque colocou o dedo na sua cara? Será que o brasileiro não escova os dentes? Será que o brasileiro arrota na cara de qualquer pessoa e sai andando? Será que o brasileiro é tão machista, homofóbico, escroto e se acha o rei absoluto sentado nesse trono bestial? Aparentemente sim.
Eu sei, eu sei… o título é só uma provocação para indicar à vocês a leitura desta notícia na Época.
A britânica Andrea Fletcher sempre foi a feliz companheira do respeitado escritor e jornalista John Ozimek e mãe de Rafe, 5 anos. O parceiro sempre foi tudo que ela desejou: gentil, honesto, inteligente, pai dedicado – não só ao filho do casal, mas também às filhas do primeiro casamento de cada um deles, Natasha, de 16 anos, e Meg, da mesma idade.
Após o último Natal, porém, John apareceu com uma novidade: nunca foi feliz sendo homem. Quer ser uma mulher. E já tem um nome: Jane Fae.
A ativista Carla Machado nem sabia, mas na tarde de ontem se tornaria a primeira mulher transexual da cidade de São Paulo a retirar o Bilhete Único com o nome social. Isso baseando-se na lei municipal (decreto 51.181/2010) que garante tal direito. Também seria chamada de “senhora” pelos jovens atendentes do posto e na hora de tirar foto para a carteirinha escutaria um sonoro “Carla”, avisando que era sua vez…
Pra muita gente tal relato pode parecer coisa simples, mas para quem está acostumado a ser chamada de “homem” e “traveco”, mesmo com aparência e identidade feminina, a vitória acima dificilmente cairá no esquecimento, porém, antes disso…
Leia o resto da matéria super interessante na Revista ACapa!
Recebemos convite para o lançamento da 4a edição do livro “A Possibilidade Jurídica por Casais Homossexuais” que ocorre em três cidades do nordeste. Quem estiver por perto pode conferir os eventos, que ocorrerão em Feira de Santana (dia 26/02, na Atlântica Livraria – Shopping Boulevar), em Aracaju (04/03, Livraria Escariz – Shopping Jardins) e em Salvador (12/03, Saraiva Mega Store – Shopping Iguatemi), sempre as 19h.
Um texto bastante interessante sobre a visibilidade gay “conquistada” através do BBB10.
Acho que o primeiro e mais óbvio ponto é que, bem ou mal, contamos com a presença de três homossexuais assumidos em um programa de altíssima audiência. É interessante compararmos a porcentagem de LGBTs no programa, de 17%, com a estimada para homos no “mundo real”, que varia de 10 a 19% de acordo com o contexto. Sabendo que a escala está mais ou menos correta, nos perguntamos: porque então toda a polêmica? Porque os apelidos como “Big Brother Gay”, se tem tantos lá dentro quanto aqui fora? A questão evidencia o quanto a homossexualidade é deixada à margem das discussões.
Uma nova tribo está formada nas baladas: são jovens que encaram com naturalidade beijar pessoas do mesmo sexo, segundo eles mesmos, não querem rótulo, o negócio é experimentar, são facilmente encontrados nas baladas e nos bares e são chamados de “Heteroflex” – homens que beijam pessoas do mesmo sexo para experimentar, fazer uma brincadeira ou mostrar certo ar de descolados e modernos.
Ótimo artigo publicado aqui por Hélio Schwartsman falando sobre a aprovação pelo parlamento português do casamento gay.
(…) Como já afirmei diversas vezes neste espaço, o que dois ou mais adultos fazem de comum acordo em matéria de sexo entre quatro paredes é assunto que diz respeito unicamente a eles. E, se a sociedade, por algum motivo, definiu que casais são titulares de uma série de benefícios fiscais e direitos sucessórios e previdenciários, não há por que não estendê-los a parelhas do mesmo sexo. Um cidadão é um cidadão independentemente de seus hábitos sexuais.
Sei que esse não é um raciocínio unânime. Só que para opor-se a ele faz-se necessário invocar um conceito bastante complicado: o pecado. Sua complexidade está no fato de envolver uma série de pressupostos pelo menos discutíveis. É a sempre interessante “Encyclopaedia Catholica”, no verbete “sin” (pecado), que enumera algumas das condições necessárias para a “verdadeira noção bíblico-teológica de pecado”: a existência de um Deus pessoal criador de todas as coisas, a existência de uma lei divina, a existência do livre-arbítrio humano e a existência de uma responsabilidade humana derivada da razão. Considero toda essa discussão apaixonante, mas não compro pelo valor de face nenhum desses quatro fundamentos do pecado. (…)
Lembra do longa de estreia do estilista Tom Ford, “A Single Man”, que eu tinha falado aqui? Pois… ele estreia no Brasil no dia 26 de fevereiro. A informação foi confirmada à reportagem do site A Capa pela distribuidora Paris Filmes.
Na tradução pouquíssimo literal, a produção, que deu a Ford o Leão Gay em Veneza, foi chamado pelo título patético de “Direito de Amar”.
No longa, Colin sonho de consumo Firth é George, um professor de inglês que é obrigado a repensar a vida e suas relações com os amigos após a morte do companheiro Jim (Matthew Good) num acidente de carro. O elenco conta ainda com as presenças de Julianne Moore e Nicholas Hoult.