Sim… pode dizer que a música é ruim…. mas a verdade é que adoramos eles… são baphônicos e arrasam dançando… por isso, este post é só pra mostrar o vídeo novo do Kazaky.
Não gostou? Deita na BR!!!!
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Sim… pode dizer que a música é ruim…. mas a verdade é que adoramos eles… são baphônicos e arrasam dançando… por isso, este post é só pra mostrar o vídeo novo do Kazaky.
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O ator Marcelo Serrado bem que poderia ler esta entrevista abaixo para aprender a ter respeito pelo público que ele representa na TV.
Ator estreia como transexual filho do presidente em “O Brado Retumbante”
Quando o paranaense Murilo Armacollo, 24, soube que iria interpretar Júlio/Julie, o filho transexual do presidente Paulo Ventura na minissérie “O Brado Retumbante” (Globo), sua primeira reação foi ligar para a família.
“Contei para a minha mãe, e ela me disse: ‘Você sabe a responsabilidade que vai ter com esse personagem, né?’”
Murilo sabia. E ficou nervoso. “É um papel muito difícil, e era um mundo muito distante de mim”, contou à coluna Outro Canal, assinada interinamente por Marco Aurélio Canônico e publicada na Folha deste domingo (22).
A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
Para somar ao nervosismo, é sua estreia na TV –com formação teatral, ele passou por musicais da Disney e teve papéis menores em “Hairspray” (2009), “Aladdin” (2010) e “New York, New York” (2011).
O ator foi buscar segurança para interpretar o papel fazendo laboratório com transexuais e entrou em contato com uma realidade triste.
“Ouvi várias histórias de preconceito, agressões, não aceitação da família, de meninas que tentam a sorte no exterior, de cirurgias malsucedidas. É um mundo cruel.”
Segundo ele, Julie vai sofrer tudo o que uma transexual sofre nas ruas. “É polêmico, mas acredito que o Brasil vai se comover com a história.”
Além dos estudos para compor a mente e a personalidade de Julie, Murilo teve de se preparar fisicamente –a primeira coisa que fez foi perder 15 quilos em poucas semanas; com 1,75 m de altura, passou de 75 kg para 60 kg.
“A transexual é uma mulher presa num corpo de homem. Eu tive de modelar o corpo, afinar as curvas. A gente trabalhou os movimentos, tive algumas aulas e assisti a todos os filmes de Marilyn Monroe para pegar gestos.”
O resultado começa a ser visto na próxima terça. Murilo gostaria que a série levasse os espectadores à reflexão. “Quero que essas meninas sejam tratadas com igualdade, que possam encontrar emprego, por exemplo.”

“Não consigo imaginar a ideia de alguém escolher sua sexualidade. A pessoa nasce assim, acredite. Meu irmão é gay e nós soubemos disso quando ele tinha dois anos. Quando percebem que a criança é gay, muitas pessoas querem lutar contra isso, mas é uma batalha perdida. Você precisa acolher desde o início. É a única maneira de resolver isso como um família de verdade. Casa contrário, você só está tornando a vida do seu filho miserável.”
Adam Levine, vocalista do Maroom5, em entrevista para a revista Out


Por Keila Rodrigues e Ádria Azevedo - Redação Pará Diversidade
A madrugada desta segunda-feira (16) foi palco de atos de desrespeito e brutalidade cometidos por policiais civis contra um militante dos direitos LGBT, em Belém. Beto Paes, membro do Grupo Homossexual do Pará (GHP) e coordenador de articulação política do Movimento LGBT do estado, foi humilhado, xingado, espancado e ameaçado quando saía do Bar Refúgio dos Anjos, point GLS mais conhecido como Bar da Ângela, no Bairro do Guamá.
Ao se posicionar para os policiais como um cidadão ciente dos seus direitos, porém sem proferir nenhum tipo de ofensa, Paes foi acusado de desacato à autoridade e levado para a delegacia no camburão da viatura policial, ao invés de no banco traseiro do veículo, mesmo sem oferecer nenhuma resistência à detenção. Durante o trajeto para a delegacia e ao longo do procedimento de registro da ocorrência, Beto foi agredido fisicamente, humilhado verbalmente por ser homossexual, privado de seus direitos a um tratamento digno por parte da autoridade policial e ameaçado pelos membros da corporação que o prenderam, os quais insinuavam que ele sofreria retaliações caso fizesse denúncia. Até mesmo a advogada acionada pela família do militante foi agredida e destratada por um policial visivelmente transtornado. O procedimento do registro foi protelado ao máximo, de modo que a grande imprensa, que havia sido acionada e se dirigido à delegacia, desistiu de esperar, impossibilitando o registro e ampla veiculação deste grave caso de violação dos direitos humanos em Belém.
Abaixo, segue o relato do ativista ao Pará Diversidade a respeito dos acontecimentos:
“Os policiais chegaram ao local onde eu estava, no Bar da Ângela, sem nenhum tipo de identificação nominal. Com a justificativa de que tinham recebido uma denúncia de que o local era frequentado por menores de idade, solicitaram documentação dos clientes. Cerca de 20 pessoas entregaram seus documentos para averiguação, ao que os policiais puderam constatar que todos ali eram maiores de 18 anos. Em seguida, eles se dirigiram para o fundo do bar, justamente no momento em que eu estava saindo do estabelecimento, pois já havia terminado a festa. Então, lhes informei que o bar já estava fechando e que naquele momento não havia mais quase ninguém lá. Foi nesse momento que um deles começou a me agredir verbalmente, dizendo que lá [o bar] era um espaço de pessoas doentes, sempre utilizando os termos ‘viado’ e ‘sapatão’, e que eu não tinha porque estar defendendo esse tipo de gente. Quando eu disse a ele ‘Olha, senhor, eu sou uma pessoa que atua nos Direitos Humanos, faço parte do GT de implementação do Plano Estadual de Enfrentamento à Violência e à Homofobia dentro do Consep [Conselho Comunitário de Segurança Pública] e o senhor não pode agir dessa maneira, pois todos nós temos o direito de estarmos aqui e o direito de ir e vir’, ele me perguntou ‘Quem tu pensas que tu és?’, ao que eu respondi ‘Sou um cidadão’. Nesse momento, ele me deu voz de prisão, me empurrando para dentro da viatura. Em nenhum momento eu me opus ao fato de ele me deter, em nenhum momento eu os desacatei; eles simplesmente não queriam conversa.
Ao ser conduzido à viatura, eu me direcionei para sentar-me no banco de trás do veículo, ao que o policial disse que eu não iria ali, e sim no camburão, lá me jogando e me dando um chute. A partir desse momento, eu fiquei muito nervoso, pois isso nunca havia me acontecido. Ao chegarmos à Delegacia do Guamá, ele começou a inventar uma série de fatos, afirmando que eu os havia chamado de palhaços e os caluniado, sendo que em nenhum momento eu fiz isso, até tenho como provar que não fiz porque houve diversas testemunhas. Quando eu disse ‘O senhor está mentindo, eu não fiz isso’, o policial, visivelmente transtornado, partiu para cima de mim, me dando vários socos, chutes e tapas, enquanto eu apenas me defendia, sem reagir. Nesse momento, começaram a chegar meus parentes, amigos e uma advogada. Quando fomos fazer o boletim de ocorrência, um dos policiais disse que ela não podia permanecer na sala e a retirou do local, arrastando-a pelo braço.
Levaram-me para uma sala e me deixaram lá esperando, até o momento em que eles voltaram para informar que o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) seria feito na Delegacia de São Brás, pois o sistema da Delegacia do Guamá estava fora do ar. Durante o trajeto de uma delegacia a outra, fui exposto a momentos terríveis de tortura psicológica. Entre os absurdos proferidos dentro da viatura, eles disseram que nós (LGBTs) não tínhamos direito a nada, que nós éramos seres humanos de segunda classe, que nós não éramos criaturas de Deus, que nós não tínhamos direito nem de achar que tínhamos direito e que, na opinião deles, nós não deveríamos nem existir. Além disso, fizeram ameaças do tipo ‘Olha, nós sabemos onde tu moras, os espaços que tu frequentas. Tu sabes que pra gente não pega nada, mas pra ti pode pegar muita coisa, pois a corda sempre arrebenta do lado mais fraco’. Além das ofensas morais e ameaças, propositadamente eles passavam com toda velocidade pelas lombadas do trajeto, para eu bater minha cabeça no teto do veículo, visto que eles estavam com cinto de segurança e eu não. O tempo inteiro, eles diziam que iam me pegar se acontecesse alguma coisa para eles.
Chegando à Delegacia de São Brás, eles apresentaram a versão deles, eu apresentei a minha e solicitei o encaminhamento para o Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exame de corpo de delito, pois ficaram marcas no meu corpo por conta das agressões físicas sofridas. Eles ainda tentaram resistir a este procedimento, mas a advogada que me acompanhava insistiu e disse que eu tinha todo o direito.
O delegado, Dr. Pedro da Silva Monteiro, que estava acompanhando o caso, sequer olhou em meu rosto, e ouviu apenas a versão dos policiais. A todo momento, tentava criar circunstâncias para que eu me descontrolasse e eles pudessem me enquadrar em alguma coisa. No entanto, sei dos meus direitos e deveres e em nenhum momento agredi física ou verbalmente nenhuma das autoridades policiais que ali estavam. Quando percebi a insistência em me provocar, notei que se tratava de uma atitude corporativista do delegado, tentando a todo custo proteger a má conduta dos dois policiais civis.
O coordenador de Livre Orientação Sexual da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos, Samuel Sardinha, apesar de ter comparecido ao local logo após eu ter ligado para informá-lo do ocorrido, infelizmente não me acompanhou e se limitou a dizer que ia ficar “muito feito” para o estado se a denúncia fosse feita, uma vez que seria a imagem do Pará que seria comprometida por conta do ocorrido. Nesse momento, respondi ao coordenador que eu levaria o caso às últimas consequências, pois o meu direito individual também se reflete no direito de uma comunidade inteira. Me mostrei surpreso com o posicionamento do coordenador, pois a função da Coordenadoria de Livre Orientação Sexual é justamente fazer a relação com as outras secretarias do estado para que esse tipo de coisa não aconteça.
Mesmo com todas as ameaças, resolvi não me omitir e denunciar, pois, como ativista dos Direitos Humanos, não vou fugir dessa luta, pois assim como aconteceu comigo, pode acontecer como qualquer pessoa LGBT, e ninguém merece ser tratado dessa forma. Principalmente por se tratarem de representantes de um órgão que deveria respeitar e garantir a segurança do cidadão, e não cometer atos de violência como esse. Para isso, eu pretendo acionar a Corregedoria da Polícia Civil, fazer uma denúncia ao Centro de Referência e Combate à Homofobia da Defensoria Pública do estado e vou registrar o que aconteceu junto ao Consep, pois isto não deve ficar impune. As pessoas devem saber que a lei existe e é para todos, inclusive para a polícia, pois ela não pode ser a principal agressora dos direitos das pessoas, pelo contrário, tem que salvaguardar o direito do cidadão. Isso tudo aconteceu simplesmente porque o bar é um espaço frequentado por LGBTs e isso não pode mais acontecer”.

Eu não costumo falar sobre esse assunto aqui, até porque é um assunto que não me interessa muito. Pois é, eu não assisto ao BBB… na verdade, não assistimos televisão aberta aqui em casa… mas, como disse um amigo no facebook ontem, isso não me faz melhor, nem pior que ninguém, afinal, “desde quando BBB é régua para julgar comportamento”?
Mas, o caso é que com toda essa polêmica do estupro/abuso sexual, comecei a ouvir umas coisas que eu considero extremamente perigosas por aí e a principal delas é um tal zunzunzun/petição para “proibir a exibição do BBB”. (Deixando claro que eu acho que esse movimento não vai chegar a lugar nenhum, mas a simples existência dele já me angustia)
É PROIBIDO PROIBIR
Como é possível que uma pessoa que, praticamente todos os dias, manda uma mensagem/notícia indignada sobre o preconceito contra os homossexuais/contra os negros/contra o trabalho escravo/ contra lá seja o que for, no momento seguinte dê apoio a uma ação que visa diminuir a liberdade de expressão?
Não há realmente nenhuma ligação entre as coisas?
Essas pessoas não se percebem que pedir a proibição da exibição de um programa como o BBB (imbecilizante sim! medíocre sim!) equivale ao mesmo tipo de pensamento que um deputado Bolsonaro da vida tem ao querer manter “os homossexuais dentro de 04 paredes”?
Não venha me dizer que são coisas diferentes, porque não são!!!
Para uma pessoa preconceituosa e de pensamento medíocre, é muito mais confortável assistir em rede nacional uma mulher ser abusada sexualmente do que dois homens se beijando. E são essas pessoas que vão se indignar com a proibição de um programa como esse daí e se regojizar com a proibição da exibição do afeto entre duas pessoas do mesmo sexo.
São essas pessoas, que se vêem no direito de “impor” suas crenças religiosas a todos e querem que seja proibido dois homens demonstrarem afeto em público. ( e estou ficando apenas no exemplo de ordem LGBT só pra me manter no assunto deste blog… mas vocês “podem” expandir o pensamento)
Porque, hoje proibi-se algo que você concorda… e amanhã? O “proibicionismo” não é uma opção viável.
EXPANDIR A LIBERDADE SEMPRE, COM RESPONSABILIDADE
A democracia é uma coisa linda e utópica, mas dá trabalho. É difícil estar atento e pensar em todas as implicações de nossos atos e escolhas. Por isso que eu, na verdade, fiquei bastante feliz com esse movimento ocorrido em relação a possível abuso sexual no programa.
É responsabilidade das pessoas que assistem ao BBB denunciar e exigir a investigação do que realmente ocorreu na casa. Se você se propõe a ver este programa (e consequentemente gerar IBOPE, que é a única regra levada em conta nesse “mercado”), deve ter consciência de que todas as coisas que ocorrem lá dentro também são também sua responsabilidade.
Em um episódio de Law & Order SVU (se não me engano), um psicopata sequestrava pessoas e armava um esquema via web para assassiná-la quando chegasse a um número “x” de pessoas online para assistir “o ato”. Isso é o BBB.
Se queremos liberdade (e eu sempre quero!!!) temos que ter consciência de que somos responsáveis por ela, inclusive pelos abusos cometidos por essa liberdade concedida.
MUDANDO DE LADO
E, por falar nisso, o que você tem feito com sua liberdade? Já ficou claro que as pessoas que assistem o BBB tem uma quantidade imensa de fofocas e comentários para fazer no twitter e no facebook….oh, wait… no facebook, a maioria dos comentários sobre o BBB que eu tenho visto na minha timeline são de pessoas falando mal e pedindo para não tocarem no assunto.
Quem está dando mais IBOPE ao programa?
Em contrapartida, responda-me algumas das seguintes perguntas:
* Quantos livros você leu e indicou nas redes sociais nos últimos tempos?
* Quantas peças de teatro você foi assistir no último ano (stand ups preconceituosos não vale!)?
* Quantos filmes nacionais “independentes” você assistiu (comprando ingresso) ultimamente (Globo Filmes também não vale)?
Obviedades a parte, ninguém vive sem um pouco de lixo cultural (e isso é o que o BBB é, também!). Eu assisto comédias românticas que são SEMPRE muito previsíveis e me divirto com elas. Aliás, tem dias que eu não quero ver outra coisa. Mas isso não me define como pessoa.
Talvez, a única coisa que possa realmente me definir claramente como pessoa, é que eu não quero ninguém me dizendo “o que eu posso” e “o que eu não posso fazer” (levando-se em conta que eu não esteja lesando outras pessoas). Não me ditem “formas de pensar ou ver o mundo”…
E, como dizia Caetano ( no tempo em que ele dizia coisas que me interessava ouvir):
Me dê um beijo meu amor
Eles estão nos esperando
Os automóveis ardem em chamas
Derrubar as prateleiras
As estátuas, as estantes
As vidraças, louças
Livros, sim…
E eu digo sim
E eu digo não ao não
E eu digo: É!
Proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir
É proibido proibir…

Foi-se o tempo em que os vídeos de car wash eram uma exclusividade hetero! A marca Andrew Christian resolveu fazer uma versão pra lá de quente e bastante gay para divulgar sua linha de underwear.
Abaixo você vê a versão “comportada” do vídeo… a versão sem cortes você vê direto no site da marca… mas a diferença não é lá tão grande assim!
A loja online tem bastante material… e algumas peças são bastante fetichistas! Já o canal do Youtube, explora os corpos semi nus constantemente em vídeos, no mínimo, bem humorados!

As vezes, tem gente que reclama que nós, gays, somos chatos…mas, vamos combinar, é difícil viver em um mundo que vê as coisas de forma tão superficial e simplistas.
A bobagem da vez é o livro “Gay men dont’t get fat” de Simon Doonan e que recentemente ganhou resenha escrita por Margarida Telles.
Segundo o manual, as mulheres da França são magras mesmo sem fazer regime, pois comem de tudo um pouco. Mas Simon Doonan não acredita que as moças da terra de Amélie Poulain sejam os gurus do corpo perfeito. “As francesas só acham que sabem de tudo. Na verdade, quem sabe mesmo são os gays”, afirma Doonan.
O livro tem esse tom engraçado do começo ao fim. Segundo o autor, os gays possuem um senso de estilo quase intuitivo, e por isso são ótimos “consultores” para quem quer ter uma boa imagem.
Como disse o Diego Maia no twitter, é o tipo de coisa que acaba fornecendo munição para os homofóbicos de plantão. A repetição e propagação desses estereótipos deve parar já!
Se existe, realmente uma coisa me que irrita é essa visão restrita que algumas pessoas têm do mundo. Falar uma bobagem como essa que dá título ao post é querer NOVAMENTE negar a diversidade de pessoas que podem se abrigar sob o “rótulo” de homossexual.
Ainda é necessário repetir que existem homossexuais de todos os tipos? Preto, branco, alto, baixo, estiloso, brega, hipster, universitário e obviamente GORDOS e MAGROS? O senso comum de que os homossexuais só pensam em malhar e ficar magérrimos já não está vencido?
O culto ao corpo, sinto-lhes informar, não é uma exclusividade gay. É um fenômeno de nossa época que, graças a Deus, já está dando sinais de estar enfraquecendo.
Não li o livro, nem pretendo ler… e só uma das “dicas” citadas na resenha já me deixou enojado:
Dica 1: Coma uma mistura de comidas gays com comidas hétero – Segundo o livro, típicas comidas homossexuais seriam sushi, alface e macarrons, aqueles docinhos franceses. Já comidas hétero seriam coisas como burritos de carne. A solução então é pedir um bife, mas substituir as batatas fritas por uma saladinha super gay.
Ai gente, sério? Comidas gays e comidas héteros? Sem comentários.
E por falar neles… ahhhh, os comentários… são sempre um show de senso comum gay friendly! Mesmo quando não concordam com o livro (ou com o post), acabam a frase com alguma tirada “inteligente” ressaltando a “felicidade dos amigos gays” ou o “senso de moda”, ou ainda o “amor que sente pelos amigos gays”.
Chega? Dá para parar com essa baboseira?
Estamos em 2012. Vamos tratar o termo “gay” mais como “característica” da pessoa e não “essência”? Dizer a frase “Eu sou gay” não me define como “a complexidade que eu sou”. Sim, eu sou gay, mas também posso ser corajoso/medroso, lindo/feio, petista/tucano, etc/etc.
Quando ouço a frase “Meu amigo gay” tenho o impulso imediato de perguntar “Qual?”, imediatamente.
Homens gays engordam sim… e existem muitos gays, inclusive, que preferem aqueles que não são malhados e nem magros. Eu sou um deles!
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