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	<title>Comments on: Sou passivo&#8230; e daí?</title>
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		<title>By: MaxReinert</title>
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		<dc:creator>MaxReinert</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 22:42:17 +0000</pubDate>
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		<title>By: Edson</title>
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		<dc:creator>Edson</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 12:36:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não existe ser passivo ou ativo! Ativo é comedor! Ser gay é sempre ser passivo, é sentir atração por pessoas do mesmo sexo! Essa é a nossa cultura! Não sei dizer se é felizmente ou infelizmente.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe ser passivo ou ativo! Ativo é comedor! Ser gay é sempre ser passivo, é sentir atração por pessoas do mesmo sexo! Essa é a nossa cultura! Não sei dizer se é felizmente ou infelizmente.</p>
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		<title>By: O Perrone tá tão errado assim? &#124; From Lady Rasta</title>
		<link>http://www.noghetto.caixadepandora.com.br/2010/10/28/sou-passivo-e-dai/comment-page-1/#comment-13126</link>
		<dc:creator>O Perrone tá tão errado assim? &#124; From Lady Rasta</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 00:23:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] entre &#8220;viado&#8221; e &#8220;gay&#8221; feita no texto. Porque na real, como disse o Max, a gente não tem o direito de esculhambar uma pessoa só porque ela é over. Este pode até ser um componente irritante (eu não gosto, pra ser sincera, advenha ele de gays ou [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] entre &#8220;viado&#8221; e &#8220;gay&#8221; feita no texto. Porque na real, como disse o Max, a gente não tem o direito de esculhambar uma pessoa só porque ela é over. Este pode até ser um componente irritante (eu não gosto, pra ser sincera, advenha ele de gays ou [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Sô passiva meu amô !!! &#171; Lágrimas de Crocodilo</title>
		<link>http://www.noghetto.caixadepandora.com.br/2010/10/28/sou-passivo-e-dai/comment-page-1/#comment-9979</link>
		<dc:creator>Sô passiva meu amô !!! &#171; Lágrimas de Crocodilo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Oct 2010 06:45:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] post do Mauricidades pra cá.  O @MaxReinert deu tratos a bola  e transformou nesse nesse belo post uma conversa muito bacana entre mim, ele @srtabia e @NotOnProzac Essas conversas só me fazem [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] post do Mauricidades pra cá.  O @MaxReinert deu tratos a bola  e transformou nesse nesse belo post uma conversa muito bacana entre mim, ele @srtabia e @NotOnProzac Essas conversas só me fazem [...]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Sergio Luis</title>
		<link>http://www.noghetto.caixadepandora.com.br/2010/10/28/sou-passivo-e-dai/comment-page-1/#comment-9964</link>
		<dc:creator>Sergio Luis</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 16:16:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Começo dizendo que gostei muito do texto.

A linha do texto vai mais ou menos pelo o que eu penso e tenho estudado também.
Infelizmente o mundo homossexual, para nao entrar na discuçao de todas as caixinhas (LGBTTT), com suas particularidades, segue uma construçao dada pela heteronormatividade, por mais que nao seja heterossexual.
Isso é pensar que uma pessoa que nao é heterosexual pode nao quebrar nenhuma &quot;regra&quot; heterossexual pelo simples fato de se relacionar com uma pessoa do mesmo sexo. Ela pode continuar reproduzindo os mesmos &quot;ditos&quot;. É pensar no que a Judith Butler chama de abjeto, que seria, em poucas palavras, o objeto que nega a normal, um objeto revolucionário. Por exemplo: um travesti nao é revolucionario só por ser travesti, muito pelo contrário, ele pode reproduzir os mesmos presupostos do modelo heterossexual que se embasa na construçao da masculidade e da feminilidade, sempre em oposiçao e determinando as identidades, nao só de gênero, como sociais (influindo no trabalho, gostos...etc...)

Isso é dizer que se pararmos para pensar muito tem que ser feito para que chegemos a um ponto onde as pessoas, independentemente de ser homem, mulher, homossexual, transgenero, heterossexual, bissexual....... tenham a liberdade de amar quem queiram, se relacionar com quem queiram, ou simplesmente, fazer as coisas que queiram sem ter que estar preocupados com o identificarse com o feminino ou o masculino e em tudo que isso influi (as próprias relaçoes sociais e afetivas).

Por mais que seja um poco utópico é pensar em uma sociedade que nao imponha as identidades, pelo contrário, que seja plural com várias formas de se viver, em que todas sejam respeitadas de fato.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Começo dizendo que gostei muito do texto.</p>
<p>A linha do texto vai mais ou menos pelo o que eu penso e tenho estudado também.<br />
Infelizmente o mundo homossexual, para nao entrar na discuçao de todas as caixinhas (LGBTTT), com suas particularidades, segue uma construçao dada pela heteronormatividade, por mais que nao seja heterossexual.<br />
Isso é pensar que uma pessoa que nao é heterosexual pode nao quebrar nenhuma &#8220;regra&#8221; heterossexual pelo simples fato de se relacionar com uma pessoa do mesmo sexo. Ela pode continuar reproduzindo os mesmos &#8220;ditos&#8221;. É pensar no que a Judith Butler chama de abjeto, que seria, em poucas palavras, o objeto que nega a normal, um objeto revolucionário. Por exemplo: um travesti nao é revolucionario só por ser travesti, muito pelo contrário, ele pode reproduzir os mesmos presupostos do modelo heterossexual que se embasa na construçao da masculidade e da feminilidade, sempre em oposiçao e determinando as identidades, nao só de gênero, como sociais (influindo no trabalho, gostos&#8230;etc&#8230;)</p>
<p>Isso é dizer que se pararmos para pensar muito tem que ser feito para que chegemos a um ponto onde as pessoas, independentemente de ser homem, mulher, homossexual, transgenero, heterossexual, bissexual&#8230;&#8230;. tenham a liberdade de amar quem queiram, se relacionar com quem queiram, ou simplesmente, fazer as coisas que queiram sem ter que estar preocupados com o identificarse com o feminino ou o masculino e em tudo que isso influi (as próprias relaçoes sociais e afetivas).</p>
<p>Por mais que seja um poco utópico é pensar em uma sociedade que nao imponha as identidades, pelo contrário, que seja plural com várias formas de se viver, em que todas sejam respeitadas de fato.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Daniel Henrique</title>
		<link>http://www.noghetto.caixadepandora.com.br/2010/10/28/sou-passivo-e-dai/comment-page-1/#comment-9960</link>
		<dc:creator>Daniel Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 13:33:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ótimo texto, infelizmente todo o pré conceito é real (quando os gays deveriam estar unidos estão falando mal um do outro, seja por ser feminino, por ser passivo, etc, etc e etc...).
Deveria - e poderia - ser tão mais simples se as pessoas aprendessem a conhecer e valorizar o outro como ele é. 
Sua frase final resume tudo: sem os opostos não há atração possível. Quem os &quot;machões&quot; iriam comer se não fosse os passivos. Né?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto, infelizmente todo o pré conceito é real (quando os gays deveriam estar unidos estão falando mal um do outro, seja por ser feminino, por ser passivo, etc, etc e etc&#8230;).<br />
Deveria &#8211; e poderia &#8211; ser tão mais simples se as pessoas aprendessem a conhecer e valorizar o outro como ele é.<br />
Sua frase final resume tudo: sem os opostos não há atração possível. Quem os &#8220;machões&#8221; iriam comer se não fosse os passivos. Né?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Rafiki</title>
		<link>http://www.noghetto.caixadepandora.com.br/2010/10/28/sou-passivo-e-dai/comment-page-1/#comment-9953</link>
		<dc:creator>Rafiki</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 01:25:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O twitter me trouxe aqui pelo tema do seu texto.

Como é curioso o ser humano, eu gostaria de entender mais da cabeça das pessoas, e da minha própria.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O twitter me trouxe aqui pelo tema do seu texto.</p>
<p>Como é curioso o ser humano, eu gostaria de entender mais da cabeça das pessoas, e da minha própria.</p>
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		<title>By: Simone Miletic</title>
		<link>http://www.noghetto.caixadepandora.com.br/2010/10/28/sou-passivo-e-dai/comment-page-1/#comment-9949</link>
		<dc:creator>Simone Miletic</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 22:14:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Então Max, eu realmente amei o texto, é até poético de tanto que fala a alma.

Na essência o problema é o preconceito de todo tipo, pessoas muitas vezes frustradas por não assumirem quem são por conta do medo do que o outro vai pensar e que perdem tempo perseguindo quem não tem esse medo.

Parabéns de novo!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então Max, eu realmente amei o texto, é até poético de tanto que fala a alma.</p>
<p>Na essência o problema é o preconceito de todo tipo, pessoas muitas vezes frustradas por não assumirem quem são por conta do medo do que o outro vai pensar e que perdem tempo perseguindo quem não tem esse medo.</p>
<p>Parabéns de novo!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Cristóvão</title>
		<link>http://www.noghetto.caixadepandora.com.br/2010/10/28/sou-passivo-e-dai/comment-page-1/#comment-9948</link>
		<dc:creator>Cristóvão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 19:15:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acredito que a &quot;bicha panqueca&quot; é um efeito do &quot;ser macho&quot; perante a sociedade e vender a imagem heteronormativa que somos incentivados a construir desde nossa mais tenra infância, quando largamos as fraldas e nossos pais insistem que devemos mijar em pé!

Ser ativo ou passivo é apenas mais um dos processos de construção dessa sujeito ainda em transformação, de sua identidade homossexual e conheço muito gay que ainda reluta em assumir a condição passiva. Eu próprio demorei pra aceitar e experimentar e, ok, eu gosto também! Mas é uma coisa assim, digamos, como a feira: prefiro pera à maça, o brócolis ao quiabo... Eis a dificuldade em discutir um tema como esse dado que, sim, existe também uma cultura de mercado como você bem colocou no texto.

A questão está bem colocada, mas acho que é preciso aprofundar sobre &quot;ser passivo&quot; e &quot;ser afeminado&quot;. Sabemos que são coisas que, embora também se manifestem juntas, são coisas absolutamente diferentes. No fundo, no fundo, não passa de um outro tipo de armário.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que a &#8220;bicha panqueca&#8221; é um efeito do &#8220;ser macho&#8221; perante a sociedade e vender a imagem heteronormativa que somos incentivados a construir desde nossa mais tenra infância, quando largamos as fraldas e nossos pais insistem que devemos mijar em pé!</p>
<p>Ser ativo ou passivo é apenas mais um dos processos de construção dessa sujeito ainda em transformação, de sua identidade homossexual e conheço muito gay que ainda reluta em assumir a condição passiva. Eu próprio demorei pra aceitar e experimentar e, ok, eu gosto também! Mas é uma coisa assim, digamos, como a feira: prefiro pera à maça, o brócolis ao quiabo&#8230; Eis a dificuldade em discutir um tema como esse dado que, sim, existe também uma cultura de mercado como você bem colocou no texto.</p>
<p>A questão está bem colocada, mas acho que é preciso aprofundar sobre &#8220;ser passivo&#8221; e &#8220;ser afeminado&#8221;. Sabemos que são coisas que, embora também se manifestem juntas, são coisas absolutamente diferentes. No fundo, no fundo, não passa de um outro tipo de armário.</p>
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