Uma das maiores dificuldades da profissão de ator e/ou diretor de teatro é fazer com que sua produção chegue ao alcance do público. Não há dúvida sobre isso! Seja pelas dimensões continentais do nosso país, seja pela falta de espaços apropriados para apresentações culturais.

Vamos ter que combinar que o teatro não é uma atividade barata. É custo de produção de cenários, figurinos, iluminação, transporte de elenco, técnicos e tantos etcs que quando montamos um espetáculo temos interesse que ele seja visto pelo maior quantidade de gente possível.

Assim que, quando fiquei sabendo do lançamento do Portal Cennarium, fiquei logo super curioso para saber do que se tratava. Pois bem, essa é a primeira empresa no mundo especializada em transmissão de espetáculos e peças de teatro via web. Obviamente a empresa não se propõe a substituir a experiência de assistir um espetáculo ao vivo, coisa que me foi logo explicada abaixo do comentário que fiz no Boombust, mas sim oferecer uma opção de fomento à cultura.

Ao mesmo suprir uma demanda de mercado já que de acordo com análises do próprio Ministério da Cultura (MinC) e da Fundação Nacional de Artes (Funarte), 95% da população brasileira nunca foi ao teatro. Algumas por falta de possibilidade, outras por falta de acesso, outras, sabe-se lá por qual motivo.

Como vai funcionar?

As pessoas vão fazer um “login” e escolher no “cardápio” das atrações qual ela quer assistir. Então ela compra créditos (cartão de crédito, débito, boleto e transferência) e tem 24horas para assistir o espetáculo escolhido.

Uma das coisas legais que podem acontecer com esse sistema é a transmissão de um espetáculo para grupos de pessoas, como por exemplo, secretarias de educação, universidades ou outros grupos interessados em teatro. Mesmo alguns grupos de teatro de uma região (como eu aqui no sul) poderão ter acesso a espetáculos que não farão temporada por onde moram.

Do outro lado

Uma coisa que me pareceu também super interessante é que os grupos de teatro/produções que tiverem seus espetáculos captados para veiculação terão uma nova fonte de rendimento já que 50% da “bilheteria” recebida pelo site será repassada aos mesmos. Já pensou? Para quem faz teatro é uma nova “janela” que se abre.

Sem contar com a possibilidade de ter seu trabalho registrado com várias câmeras e com produção super profissional.

Outra coisa que me chamou atenção foi as peças que já estão sendo disponibilizadas. Se você for ao site (como eu fui, shame on me!) achando que vai encontrar somente os atores que já são super hiper conhecidos do público, vai dar com os burros n’água! Eu me surpreendi super positivamente com a descoberta com dois espetáculos que eu gosto muitíssimo:

* Deadly, da Cia. Circo Mínimo é uma bem sucedida montagem que mistura novo circo, teatro e dança para narrar a relação de um casal de forma inovadora. Tive a oportunidade de assistí-los no Festival de Teatro de Curitiba há alguns anos e fiquei emocionado com a beleza do espetáculo;

* Panos e Lendas, com texto de Wladimir Capella, um espetáculo para crianças que trata as mesmas com inteligência. Fala sobre a criação do mundo e sobre o ciclo da vida, com ternura e simplicidade.

Quer experimentar?

Fala com a gente então! Clica nesse link e visite o Portal Cennarium.  Escolha uma das peças que está lá em cartaz e deixe sua indicação nos comentários. Eu vou escolher 05 pessoas que ganharão um passe/senha para assistir à peça em casa! Fácil… simples assim! Seja criativo no comentário, porque ele vai ser meu critério para escolha! Dia 07 de abril, às 20h, encerra a promoção.


Filed under: Indicando!,Publieditoral | MaxReinert | March 31, 2010 Comments (9)

Para muitos foi uma grande surpresa, para outros, uma obviedade… para mim? Uma atitude corajosa e necessária!… explico:

Essa semana o twitter e a web foram bombardeadas por dois assuntos: a final do BBB (com a vitória anunciada de Dourado) e a saída do armário de Rick Martin.

Sobre a primeira eu não vou nem tocar no assunto, mas prometo um post com indicações de leituras interessantes que achei por aí. Sobre o Rick… bom, este post é sobre a declaração dele.

Dentre várias passagens que ele coloca, uma delas me pareceu a mais importante: Ha sido un proceso muy intenso, angustiante y doloroso pero también liberador. Les juro que cada palabra que están leyendo aquí nace de amor, purificación, fortaleza, aceptación y desprendimiento. Que escribir estas líneas es el acercamiento a mi paz interna, parte vital de mi evolución.

Para muitos daqueles que observam a homossexualidade de longe, quem não a tem dentro de sua pele, tudo se resume à uma questão sexual e simplista (e acredito que só por isso conseguem fazer tantas piadas rasteiras). Dessa forma, tendo passado também por um processo parecido, não acho exagero quando Rick Martin afirma que seja uma “necessidade” assumir sua sexualidade. Acredito mesmo que faz parte de um processo de amadurecimento e “aceitação” pessoal.

Nascemos e vivemos dentro de uma sociedade heterocêntrica. Essa é a norma a ser “obedecida”. Por mais que hoje aceite-se a diversidade, AINDA persiste a idéia que os gays são um “desvio”. Um “erro” a ser “tolerado”. “Aceito” por “bondade” dos seres evoluídos, modernos e cults! Dessa forma, ter a firmeza necessária para poder “assumir-se” homossexual para si mesmo, sem necessidade de construir uma atitude de auto-afirmação extravagante e exagerada é uma das coisas mais difíceis que eu posso imaginar. Não se trata aqui de definir limites para o comportamento dos gays, mas sim de “enxergar” dentro da aparente diversidade, quais são reflexo de uma necessidade de auto-afirmação através de uma terapia de choque e quais comportamento são reais expressões de uma personalidade expansiva.

Mas, voltando ao Rick Martin, uma das coisas que eu sentia mais falta, quando estava enfiado dentro de meu armário pessoal, era da falta de “imagens positivas” nas quais me espelhar para entender e assumir minha persona homossexual. O que eu chamo de “imagens positivas” são exatamente as coisas que toda criança e/ou adolescente tem… quando é heterossexual: cantores, atores, cientistas, jogadores de futebol, físicos nucleares, etc, etc e etc… Alguém que você possa olhar e dizer: quero ser igual à ele quando crescer!

Para nós, homossexuais, sempre há (talvez possa-se começar a usar no pretérito: houve) uma lacuna nessa “galeria” de imagens. Raramente encontrava-se alguém em quem se espelhar inteiramente. Era sempre “quero ser igual ao Hugh Jackman, só que gay!” Rs! E convenhamos, ter sempre que colocar um “só que” em todas as suas projeções infantis é um saco e, no mínimo, limitador.

Em uma recente conversa com a @LadyRasta, falávamos sobre a existência de uma “cultura gay”. Se por um lado, concordo com ela de que a padronização de um comportamento pode levar à limitação de visão (ou criação de estereótipos) sobre a conduta homossexual, por outro, acredito que seja importante estabelecer um território e/ou linguagem que nos identifique como comunidade. Mas, de certa forma, a “cultura do armário” acaba por não contribuir para a existência de uma pluralidade de comportamentos,  reforçando a idéia de que todos os gays são (ou deveriam ser) iguais.

Por isso acredito que a atitude de Rick Martin foi corajosa e necessária. Corajosa porque ele corre o risco sim de ver sua carreira cair no ostracismo depois dessa revelação (existem exemplos que comprovam a tese!). Necessária porque auxilia à outros. Porque ele se une ao panteão de artistas que se assumem integralmente. Porque ele demonstra claramente com sua declaração que não é tão simples como todos falam (e eu acredito nisso!). Porque ele tem uma postura que em muitos casos desmente as falácias levantadas com os homossexuais. Falar, de maneira clara sobre o assunto em seu blog oficial (e provavelmente em várias entrevistas daqui pra frente) sem ter a necessidade de ser porque ficou doente ou foi pego fazendo algo “moralmente discutível” é o grande trunfo de Rick Martin.

Espero que seu exemplo possa ser seguido por outros artistas, cantores, atores, apresentadores, blogueiros, tuíteiros, jogadores de futebol, biólogos, físicos nucleares, comentaristas, pescadores, advogados, prefeitos, governadores… inclusive no Brasil.

Filed under: Pensando! | MaxReinert | Comments (13)

via Parou Tudo:

Um caso de amor entre dois judeus num bairro ultra-ortodoxo de Jerusalém promete ser polêmico, não? Esta é a premissa de “Pecado da Carne”, longa de estreia de Haim Tabakman. A produção foi bem recebida por onde passou até agora, como a mostra “Un Certain Regard” do Festival de Cannes e o Festival Mix Brasil.

No filme, um açougueiro casado e pai de quatro filhos começa a passar bastante tempo com um jovem estudante. A vida dele mudará completamente quando percebe que está apaixonado pelo rapaz e passa a ser discriminado pela sociedade. Dilemas morais, religiosos e sexuais dão a tônica do filme. “Pecado da Carne” estreia nesta sexta-feira 02 em São Paulo, Rio e Brasília.

Filed under: cinema,Indicando! | MaxReinert | March 30, 2010 Comments (3)

Buenos Aires é uma das cidades mais lindas que já conheci. O fascínio de sua arquitetura e a variedade de eventos culturais, fazem valer a pena a visita em qualquer época do ano. Sempre!

Assim que, essa maratona de tango noticiada pelo “El Clarín” acaba sendo uma ótima desculpa para uma visita, não? Vamos???

En un antiguo salón de la Manzana de la Luces, Jorge y Germán están bailando un tango. Sobre un ajado piso de madera, Jorge conduce con un abrazo fuerte y decidido. Hasta que en un momento los acordes de la música sugieren un giro y en la vorágine de la vuelta, las fuerzas de ambos se confunden. Sin que medie ningún cambio visible, ahora es Germán el que marca el paso de la pareja.

Esto es el tango queer, un estilo que desde el viernes y hasta hoy por la tarde se estará bailando en distintos puntos de la ciudad de Buenos Aires en el marco del “Queer Tango Marathon”, un evento auspiciado por el Instituto Nacional contra la Discriminación (INADI), el Ministerio de Justicia de la Nación y el Ministerio de Cultura porteño. “No lo llamamos tango gay, porque ese término connota una condición sexual. Preferimos decir tango queer o libre, y que signifique el disfrute de bailar con el otro más allá de la elección de cada uno”, explicó Carola Ojeda, profesora de danzas y encargada del seminario “¿Bailamos en libertad?”.

“Así como en un maratón la gente corre 42 km, nuestro maratón queer dura 42 horas y busca demostrar que al igual que en la sociedad moderna, en el baile del tango los roles pueden cambiar y dar lugar a un nuevo estilo, que no descarte al tradicional, sino que sume otra variante”, precisó el bailarín Jorge Casi. Para los aficionados al tango queer, lo importante es la posibilidad de que los roles no estén fijos al sexo de quienes bailan. “En el tango tradicional, los códigos suelen ser muy rígidos; por eso nosotros hicimos algunos cambios técnicos para que una mujer pequeña pueda conducir, si quiere, a un hombre mucho más alto y pesado que ella. No hablamos de llevar y traer como los viejos milongueros, decimos invitar y ser invitado”, comentó Jesús Pietropaulo, docente a cargo de varios seminarios en el maratón que arrancó el viernes por la noche en el Chalmers Club de Palermo, continuó ayer en la Manzana de la Luces y en el Hotel Bauen, y finaliza hoy con una milonga de cierre de 9 de la mañana a 4 de la tarde en el mismo club del inicio.

“En Europa es mucho más popular este modo de bailar, pero creo que aquí, de a poco, va siendo cada vez más aceptado”, reflexionó Ingrid Saalfeld, una alemana que fundó hace diez años una escuela de danza en Hamburgo, donde se originó el tango queer. Junto a ella, Kalé, un galés que vive en Tokio, señaló: “En el baile me gusta ser conducido, pero lo más hermoso del queer es poder cambiar de roles”.

En el seminario de “Saltos en tango”, las parejas dudan, se ríen y vuelven a intentarlo hasta finalmente soltarse para realizar los firuletes que embellecen a la danza. “Sí, aprender a bailarlo así, sin un rol definido, es mucho más complejo -dice el profesor de tango queer Maximiliano Avila-, pero quién dijo que ser libre fuera algo sencillo”.

ANA PERCIAVALLE

Filed under: Indicando! | MaxReinert | March 29, 2010 Comments (0)

Novamente encontrei coisinhas interessantes pela web… interessantes e excitantes! Trata-se do livro Players ( à venda na Amazon por U$ 62,99) do fotógrafo novaiorquino Rick Day.

A verdade é que não consegui achar nada falando muito sobre ele… mas, as imagens falam por sí!

Enjoy!!!

Filed under: Futilidade! | MaxReinert | March 28, 2010 Comments (6)

via Notícias Terra

Para uma das vítimas de um padre alemão, cujo histórico de abusos sexuais veio à tona recentemente, o papa Bento XVI, que ocupava o cargo de arcebispo de Munique na época dos crimes, sabia sobre os acontecimentos. “Ratzinger escondeu o caso. Ele sabia”, afirmou Wilfried Fesselmann em entrevista publicada neste domingo pelo jornal El País.

Fesselmann disse que, aos 38 anos, a dificuldade para dormir o fez procurar ajuda psicológica. Alertado pelo médico que seus problemas vinham de um trauma sofrido na infância, ele resgatou da memória o abuso sexual sofrido aos 11 anos. O autor do crime, segundo ele, é o padre Peter Hullermann, afastado da diocese de Essen na época dos abusos e enviado a Munique.

Fesselmann está entre as quatro pessoas que já denunciaram o antigo sacerdote por abusos no fim da década de 1970. Na época, após as denúncias, o sacerdote foi encaminhado para tratamento psicológico. Joseph Ratzibger, arcebispo de Munique na época, aceitou a transferência de Hullermann, mas pouco depois ele voltou ao trabalho em outra paróquia.
O psiquiatra Werner Huth, responsável pelo tratamento do padre, afirmou ao jornal ter advertido na época que o sacerdote não tinha condições de voltar a se aproximar de crianças. Em 1985, Hullermann voltou a ser acusado de abuso e chegou a ser preso e suspenso de suas funções na Igreja. Voltando a trabalhar no ano seguinte.

Em 2006, Fesselmann disse que procurou o padre pela internet e lhe mandou um e-mail perguntando se lembrava-se dele e se não tinha problemas de consciência pelo que havia feito, mas não obteve resposta. Dois anos depois, voltou a procurar o padre e dessa vez obteve o retorno de uma pessoa que se disse encarregada pelas denúncias de abuso na Igreja. Em 2008, a vítima foi procurada pela polícia e soube de outros três casos semelhantes.

O período dos abusos corresponde à época em que Ratzinger era cardeal arcebispo de Munique (1977-1982). A coincidência envolveu pela primeira vez o Papa de forma direta nos escândalos de pedofilia recentes. Após as constantes denúncias da imprensa europeia, Hullermann foi suspenso de suas funções há duas semanas.

Denúncia

Em meio às crescentes acusações de abuso sexual por padres na Europa e à pressão para que os bispos, em sua maioria na Irlanda, renunciem por não denunciar os casos às autoridades civis, o jornal americano The New York Times publicou uma reportagem sobre o reverendo Lawrence Murphy, acusado de abusar sexualmente de até 200 garotos surdos nos Estados Unidos entre os anos 1950 e 1970.

Entre os 25 documentos internos da Igreja que o jornal divulgou em seu site estava uma carta de 1996 sobre Murphy ao cardeal Joseph Ratzinger, então a principal autoridade doutrinária do Vaticano e agora Papa, mostrando que ele havia sido informado sobre o caso. Segundo o New York Times, ele teria se recusado a punir o padre Murphy. O Vaticano justificou, explicando que Joseph Ratzinger não havia sido informado senão 20 anos depois, quando o padre em questão estava velho e doente.

Em outra edição, o jornal americano acusou Bento XVI, então arcebispo de Munique, de ter deixado um sacerdote pedófilo alemão retomar suas atividades numa paróquia, sob o risco de cometer novos abusos. O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, desmentiu.

Filed under: Indicando! | MaxReinert | Comments (3)

Via ACapa:

Promovido pela Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR), seminário debate o direito à saúde da população transexual e das travestis. O evento, que conta com o apoio da Ministério da Saúde, visa promover a discussão debate acerca da inserção da população trans na sociedade contemporânea.

Sônia Correa, membro do conselho diretor da CCR, afirma que “no Brasil, assim como em outros países, a história da transexualidade, travestilidade e intersexualidade é longa e complexa”. Correa diz ainda que, “apesar dos ganhos e avanços em anos recentes, há demandas dessa classe que estão longe de terem sido adequadamente respondidas”.

Lideranças trans do Brasil e da América Latina participam do debate. Entre elas: Fernanda Benvenutty, fundadora da Associação de Travestis da Paraíba (ABRAPA); Mauro Cabral, ativista argentino e membro da Rede de Homens Trans no Ativismo e do Consórcio Latinoamericano de Trabalho sobre a Intersexualidade; Tamara Adrian, que já foi entrevistada pelo site A Capa, ativista venezuelana e presidente da Diversidade e Igualdade Através da Lei (Diverlex) etc.

Serviço:
Seminário Transexualidade, travestilidade e direito a saúde
Quando: 24 e 25 de março de 2010
Local: Centro Universitário Maria Antônia
Horário: a partir das 9h
Endereço: Rua Maria Antônia, 294 – Salão Nobre, 3° andar – Vila Buarque /SP
Informações: (011) 5575-7372

Filed under: Indicando! | MaxReinert | March 24, 2010 Comments (1)

De vez em quando essa tal de Web nos apresenta uma coisas beeeeeeeeem bacanas. Recebi hoje pelo twitter (esqueci quem indicou! Shame on me!) um link sobre a exposição “Drags” do fotógrafo Jason Horowitz.

Segundo andei lendo por aí, ele é famoso por fazer fotos sempre em super closes, criando imagens que, muitas vezes, transformam-se quase em quadros abstratos, recheados de linhas e cores surpreendentes.

Eu, com certeza adoraria ter um trabalho dele na minha sala. É o tipo de imagem que me interessa estéticamente! Adorei!


Installation Views of My Work – Images by Jason Horowitz

Filed under: Indicando!,Visibilidade! | MaxReinert | March 18, 2010 Comments (2)

Está no ar mais uma edição da Revista dos Blogs. E, desta vez, tem um texto do NoGhetto lá na contracapa! A cada edição a revista vem falando de um tema diferente. Esta, que já é a sétima, fala sobre sexo e relacionamento.

Aproveite! Tem muitos textos interessantes. Divulgue!

Para ver, acesse aqui!

Filed under: Indicando! | MaxReinert | March 17, 2010 Comments (0)

Depois de muito tempo que anunciei este filme aqui mesmo no NoGhetto, finalmente chega às telas brasileiras o filme “Y Love You, Phillip Morrys”.

O filme, para quem não lembra ou ficou com preguiça de clicar no link ali de cima, traz Jim Carrey interpretando um gay suuuuper afetado que após ser preso por aplicar golpes encontra o amor da sua vida.

O filme conta ainda com a participação de Rodrigo Santoro, interpretando o primeiro namorado de Jim.

No Brasil, o filme vai se chamar “O Golpista do Ano” e embora o título faça sentido (muito mais que o “Direito de Amar” dado ao filme “The Single Man” de Tom Ford) não é tão legal quando o “Eu te amo, Phillip Morrys”.

O filme estréia oficialmente no Brasil em 4 de junho. A informação foi confirmada ao site ACapa pela assessoria da Imagem Filmes, distribuidora do longa-metragem no país.

Veja o trailer.

Filed under: cinema,Indicando! | MaxReinert | Comments (0)

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