Em tempo do “politicamente correto” fica raro encontrar alguns “deboches” como esse aí abaixo no vídeo. Pode até não ser a “postura mais correta” a se tomar em uma discussão … mas que as vezes dá vontade, isso dá!!!!
Em tempo do “politicamente correto” fica raro encontrar alguns “deboches” como esse aí abaixo no vídeo. Pode até não ser a “postura mais correta” a se tomar em uma discussão … mas que as vezes dá vontade, isso dá!!!!

Eu não sou muito de falar de hits e fazer campanha… mas certas coisas chegam ao limite do bom senso!
Sendo assim, e após ler isto aqui, sou mais um dos adeptos do movimento FREE Maísa!!! Porque o Silvio Santos já está gagá e perdendo todo o tipo de escrúpulos… ou talvez seja só ignorância mesmo…
Repasso abaixo o material de divulgação do livro “Entre Mulheres – Depoimentos Homoafetivos”, lançamento da editora GLS. Lançamento extremamente interessante que parece valer a pena a leitura!
Histórias de vida que lançam uma luz necessária e repleta de sensibilidade sobre esse tema tão pouco abordado que é o relacionamento homossexual entre mulheres.
A homossexualidade, por si só, ainda encontra profundas barreiras em nossa sociedade. Apesar da intensa militância, a diversidade sexual continua a sofrer forte preconceito em muitos meios, inclusive no familiar. Isso é especialmente verdadeiro quando se trata da homossexualidade feminina, que é ainda menos aceita e discutida do que a masculina – uma amostra do duplo preconceito que atinge essas mulheres. No livro Entre mulheres – Depoimentos homoafetivos (168 p., R$ 37,80), lançamento das Edições GLS, Edith Modesto apresenta uma coletânea de relatos de lésbicas de diversas idades e ocupações que expõem, sem pudores, as descobertas, as angústias, os sucessos e as derrotas colecionados durante a luta por reconhecimento e respeito.
Muitos dos depoimentos são desabafos ou pungentes pedidos de socorro. São histórias de vida que a autora recolheu durante anos, no decorrer de sua atividade como pesquisadora e militante de projetos de apoio a jovens homossexuais e seus pais. “O livro traz depoimentos de mulheres homossexuais, mas poderiam ser mulheres negras ou em condições socioeconômicas de risco. Meu interesse é a mulher, que muitas vezes sofre duplo, triplo preconceito. É uma obra em defesa dela, que é cidadã, que tem direitos que precisam ser respeitados”, esclarece Edith.
Organizar um livro sobre mulheres lésbicas ou bissexuais era um projeto antigo de Edith Modesto. Entusiasmada com a ideia, percebeu que enriqueceria o trabalho se acrescentasse, além das entrevistas, depoimentos espontâneos de mulheres que lhe escrevem em busca de ajuda. Assim, a obra é formada por dois tipos de depoimento: originários de entrevistas ao vivo e de relatos espontâneos enviados por email.
“O critério básico de escolha dos depoimentos foi terem sido feitos por mulheres lésbicas ou bissexuais. Pesaram bastante na escolha, também, a espontaneidade e a diversidade das histórias de vida de lésbicas anônimas, de diferentes idades e classes sociais, representativas da comunidade homossexual”, explica a autora. As entrevistadas, com idades entre 14 e 62 anos, são oriundas de vários Estados brasileiros, embora em sua maior parte sejam paulistas, cariocas e mineiras. Algumas cursaram ou estão cursando o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, e boa parte tem curso superior em andamento ou completo.
A obra é oportuna por tocar em um assunto pouco abordado na literatura especializada e, principalmente, por dar voz às mulheres, para que elas mesmas possam dizer quem são, o que sentem, o que pensam, por quais dificuldades passaram ao assumir-se “diferentes” numa cultura ainda tão machista quanto a brasileira – e por que acham que valeu a pena. São mulheres que se casaram, tiveram filhos, estudaram, viajaram, mas sobretudo amaram e escolheram continuar amando. Independentemente de terem sido aceitas ou não pelos outros, elas se aceitaram e contam por quê.
O foco central dos depoimentos recai sobre pais, mães e irmãos sem preparo para aceitar alguém tão “diferente” na família. São relatos de situações emocionais difíceis envolvendo brigas, mentiras, chantagens e ameaças. Mas também há histórias vitoriosas em que a compreensão e a aceitação tornaram possível uma vida feliz.
Mulheres lésbicas – em especial as mais jovens – tirarão enorme proveito do livro, assim como seus familiares. Mas a leitura também será bastante útil para professores, militantes, psicólogos, conselheiros e outros profissionais ligados à comunidade GLBT, estudiosos do tema e todas as pessoas que buscam compreender melhor o universo feminino.
A autora
Edith Modesto é mestre e doutora em Semiótica Francesa pela Universidade de São Paulo (USP) e lecionou durante mais de 25 anos em faculdades de Jornalismo. Pesquisadora da diversidade sexual, já publicou três livros sobre o assunto: Diversidade sexual na escola – Uma metodologia de trabalho com adolescentes e jovens, Vida em arco-íris – Depoimentos sobre a homossexualidade e Mãe sempre sabe? Mitos e verdades sobre pais e seus filhos homossexuais.
Além de fundadora e presidente da ONG GPH – Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais, é idealizadora do Purpurina – projeto sociocultural para adolescentes e jovens LGBTS de 13 a 24 anos – e colabora com diversos projetos de educação para a diversidade, oferecendo também palestras para psicólogos, profissionais da saúde e militantes.
Título: Entre mulheres – Depoimentos homoafetivos
Autora: Edith Modesto
Editora: Edições GLS
Preço: R$ 37,80
Páginas: 168
ISBN: 978-85-86755-52-1
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
Site: www.edgls.com.br
Não creio que esse seja o principal objetivo do diretor Aluizio Abranches, mas com certeza ninguém faz um filme falando sobre incesto gay e sai impune do ato. De qualquer forma acabei de ver o trailler do filme “Do Começo a Fim” e me pareceu de extremo bom gosto, apesar do tema indigesto. Se bem que, é necessário ver o filme antes de julgar… e depois, quem é capaz de julgar o amor, seja por quem for?
Eu, com o tempo, aprendi que não devo mais julgar ninguém!!! Quem quiser que julgue!
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