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Eu nunca pensei em fazer um cruzeiro. Nunca me passou pela cabeça ficar três dias em alto mar. Sempre achei que iria passar mal, vomitar as tripas… enfim.. dar vexame! :S

Mas hoje recebi esse flyer eletrônico dessa produção da Island Cruises e sabe que me deu uma coceirinha? Três dias em alto mar, com todas as despesas pagas de antemão…

Óbvio que os destinos não me interessam nem um pouco. Morando em Floripa e conhecendo Santos, não é bem nisso que estou interessado… mas três noites com festas e a lista de DJs animam qualquer um.

Vou dar uma olhada nas condições (que me pareceram bem acessíveis!) e ver se me organizo para fevereiro do ano que vem matar esse medo do mar!

E dae? Vambora?

PS: Este post não é um publieditorial… escrevi porque achei a idéia legal!

Filed under: Indicando! | Tags: , , , | Max Reinert | October 23, 2008 Comments (1)

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Essa eu lí no ACapa!

O tenista americano Andy Roddick ofereceu uma hora de aula para quem desse o maior lance em leilão promovido pela organização John AIDS Foundation, criada pelo cantor Elton John para ajudar portadores do vírus HIV, durante sua 16ª Edição do torneio de tênis.

Durante o leilão, o tenista sugeriu dar a aula sem camisa, o que fez os lances subirem para 11 mil dólares. Em seguida, recebeu a intimação do público para que tirasse toda a roupa.

O prêmio foi arrebatado por uma mulher que pagou 15 mil dólares (cerca de 35 mil reais) pela aula. O valor foi doado para ações de prevenção do vírus HIV.

E não é que dizem que o Andy joga um bolão?

Filed under: Futilidade! | Tags: , , | Max Reinert | October 22, 2008 Comments (2)

Bom, na verdade ele não é bem o herói da história… mas é o vilão preferido! Zachary “Sylar” Quinto no ano passado andou fazendo uma participação “quente” na série de TV protagonizada por Tori Spelling. Um uma das cenas do episódio intitulado “So NoTORIous” ele se atraca em um beijo gay bastante animado.

Sim, eu sei … a cena não é nada nova… mas como uma amiga me indicou, acabei postando aqui! Afinal, tem dias que esse blog anda muito sério!

Filed under: Futilidade! | Tags: , , , , | Max Reinert | October 20, 2008 Comments (3)

Ví no Gafanhoto uma postagem que me interessou. Uma menina perguntando o que eram umas fotos com uns atores/cantores brasileiros famosos vestidos de noiva. As imagens são realmente interessantes e como não gosto de ficar sem saber, fui atrás.

O resultado da “busca” você vê aqui nesse post. A exposição é de 2007, mas como eu acho que pouca gente deve ter visto, resolvi requentar o trabalho.  E esse material eu encontrei aqui!

POR BAIXO DOS PANOS

Ninguém sabe o mistério que se esconde por debaixo de um vestido de noiva – e o ensaio de Jorge Bispo e do produtor Eduardo Roly, convenhamos, só ajuda a confundir ainda mais as coisas. Homens vestindo o símbolo máximo da pureza feminina? Machos sensíveis reivindicando mais delicadeza de seus pares? O sinal definitivo de que elas não querem mais saber de se anunciarem virgens? Não há opção certa para a resposta. “O casamento é divertido como um túmulo”, dizia o dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues. Sua obra Vestido de Noiva já deu clássicos do teatro, clássicos da música brasileira, série de televisão e agora serve de motivo para que se especule, pela fotografia, o que a modernidade anda fazendo com a grande fantasia da felicidade delas. O amor, o fetiche, a perversão, a esperança, a família, a repressão. Cabe um mundo de personagens nesse que já foi o manto sagrado, o santo sudário com que toda mulher queria vestir seus sonhos e que hoje quase não se vê mais piscando na imaginação das jovens. Não por acaso, vamos reencontrá-lo agora no corpo de algumas personalidades machas brasileiras. É comédia? É tragédia? Nelson Rodrigues, que era capaz de fazer rir e chorar, geralmente com a mesma frase, entenderia o drama e o humor que as fotos de Bispo viram por baixo dos panos.
(Joaquim Ferreira dos Santos, jornalista de O Globo)

Jorge Bispo nasceu no Rio de Janeiro em 1975, filho de uma família de atores e diretores de teatro. Seu interesse pela fotografia despertou na adolescência, para registrar as produções teatrais de sua família. Formado em artes plásticas pela Escola de Belas Artes na UFRJ e egresso do curso Abril de jornalismo, trabalhou em alguns dos principais veículos de imprensa do Brasil, como o Jornal do Brasil, a própria Editora Abril, o Jornal dos Sports e na agência Fotosite. Hoje é professor da Escola de fotografia Ateliê da Imagem e colabora com retratos, ensaios e fotografia de moda para publicações como Playboy, Trip, TPM, Oi, Vip, Trace Urban (NY), entre outras. Paralelo ao seu trabalho editorial desenvolve projetos de Fine Arts, como o livro que vai ser lançado pela Tema Livros no próximo ano, chamado Álbum de casamento, exposto recentemente em na galeria ArtexArte, em Buenos Aires, Argentina. Participou da mostra coletiva Mostra o seu que eu mostro o meu na Casa França-Brasil no Rio de Janeiro, com o trabalho AU.tóp.sia _ .

Deu na Veja:

Autocarbonização

Marta Suplicy está pronta para juntar-se à massa de evangélicos homofóbicos que, a esta altura, deve estar exultante com a sua conversão dramática e pública

De André Petry:

Há segundos que duram um século. Há momentos que definem uma vida inteira. Marta Suplicy, candidata do PT à prefeitura de São Paulo, produziu um comercial de trinta segundos que incinerou sua vida pública. O comercial insinua que o prefeito Gilberto Kassab, candidato à reeleição pelo DEM, é homossexual. Com essa peça de propaganda, Marta Suplicy não disparou um torpedo na sua própria candidatura. Fosse apenas isso, o estrago acabaria no dia 26 de outubro, quando o eleitor volta às urnas para votar no segundo turno. É pior, no entanto. Marta Suplicy, tendo construído uma carreira pública na qual se destacou como defensora de homossexuais, exterminou seu passado. Quando o presente destrói o passado, o futuro só revolve escombros.

A difamação contra Kassab fere de morte a militância passada de Marta em defesa da diversidade sexual, mas faz mais. Mostra a disposição da petista de apelar para os instintos mais preconceituosos do eleitorado, se isso lhe render votos. Como defensora que já foi de gays e lésbicas, Marta deve saber que é fácil apelar para a intolerância, a ignorância e a discriminação porque são primitivismos abundantes. Só não é decente.

A peça revela uma visão torpe de Marta sobre o que é, ou o que pode ser, um homossexual. Prefeito não pode. Se Marta recorrer aos escombros do seu passado de apoio a gays e lésbicas para dizer que não é isso que pensa deles, não vale. Porque foi a esse tipo de pensamento obscurantista que quis dar eco. Quem diria: até o movimento de gays, lésbicas e assemelhados, outrora admirador cativo da candidata, protestou.

Confrontada com sua baixeza, Marta disse que “a decisão está na mão do marqueteiro” e que nem viu “a campanha no ar”. Desdobrando: não sabia de nada, o assunto não era com ela, nem disse que ia ver a peça ou rever a decisão de divulgá-la. Relaxando e gozando.

Marta Suplicy tem como salvar-se da autocarbonização? No máximo, talvez possa salvar as aparências. Só há um jeito: vir a público pedir desculpas a Gilberto Kassab (pela difamação), aos homossexuais (pela desqualificação), aos seus eleitores de ontem (pela traição) e aos eleitores em geral (pela suposição de que são todos imbecis). Não é certo que todos aceitem as desculpas. Mas, pelo menos, Marta teria discurso para… seguir discursando.

Como isso não deve acontecer, a rabacuada fica autorizada a achar que Marta Suplicy está pronta para juntar-se à massa de evangélicos homofóbicos que, a esta altura, deve estar exultante com a sua conversão dramática e pública. E, quem sabe, deve agora brindá-la com seu voto. (Atenção: este texto afirma que há evangélicos homofóbicos, como é notório. Este texto não afirma que todos os evangélicos são homofóbicos.)

Marta Suplicy, contrariando os prognósticos do momento, pode até se eleger no dia 26. Mas será apenas um miasma emanado da decomposição do que ela parece ter sido um dia. Kassab, por caminhos que jamais imaginara, esmagou Marta Suplicy. Ainda que perca a eleição.

Filed under: Visibilidade! | Tags: , , , , | Max Reinert | Comments (0)

Humor… taí uma coisa que, às vezes, faz falta no mundo! Mas na web… raramente! Basta saber buscar ou ter sorte para encontrar. ;)

E foi assim que, partindo não sei de onde cheguei ao blog do Sérgio Ripardo… que me levou há algum outro blog… que me levou finalmente ao blog Lokas da Xereca.  Ali você vai encontrar todo o tipo de bobagens, imagens, notícias, fofocas!

Ou seja, coisas que todo mundo lê [tá bom, só de vez em quando!] e nem sempre admite!

De lá eu trouxe dois vídeos: o primeiro é o Spot do Festival de filmes Gays e Lésbicos de Barcelona que abriu nesse dia 16 de outubro [ e eu achei criativo!] e o outro é uma mistura de edição, exibição, corpo e carne!!! [rsss]

Enjoy!

Filed under: Futilidade! | Max Reinert | October 19, 2008 Comments (0)

“Às vezes eu me pergunto o que vocês fariam se não fossem gays. Vocês não teriam identidade. Era fácil quando não se podia falar sobre ser gay. Agora, não se fala em outro assunto. Vocês falam tanto sobre isso que, às vezes, esquecem de todas as outras coisas que vocês são.”
(Jack)

Assim é “O Clube dos Corações Partidos”! Uma comédia romântica que fala basicamente sobre como é ser gay. E, para isso, unem em um mesmo filme vários aspectos/estereótipos da comunidade GLBTT e seus medos, seus amores, seus erros e seus acertos.

Lançado no ano 2000, o filme é completamente despretensioso e talvez esteja aí o seu valor. Ninguém aqui quer fazer um filme grandioso, com personagens marcantes e trágicos que ficariam na história do cinema. “O Clube…” é uma comédia romântica bobinha, dessas milhares que são feitas todos os anos, mas com o diferencial de que quase todos os personagens são gays.

Eu queria ver um filme que falasse sobre a gente. Não um filme em que o único personagem gay fosse um portador do vírus da AIDS ou o namorado do portador do vírus da AIDS… ou o amigo do namorado do portador do vírus da AIDS. Não… um filme que falasse sobre um grupo de amigos comuns.
(Marshall)

Um dado interessante é que o elenco do filme, não tão conhecido na época, traz vários atores que fizeram vários filmes/séries legais depois dele. Tais como Dean Caine (Super Homem), John Mahoney (da série Frasier) e Zach Braff (da série Scrubs). O mesmo acontece com o diretor/roteirista Greg Berlanti que de lá para cá esteve envolvido em “Brothers & Sisters”, “Dirty, Sexy, Money”, “Everwood”, entre outras produções.

Eu realmente não sei se é possível encontrar o filme em locadoras (acho que é!)… mas se você quiser mais dele pode dar uma navegada pela web que você vai encontrar maneiras de vê-lo. Eu recomendo esses lugares aqui, aqui e AQUI! Vale a pena!!!

Filed under: Indicando! | Tags: , , , , | Max Reinert | October 15, 2008 Comments (1)

PARA O
PAINEL DO LEITOR
FOLHA DE S.PAULO

Rompi publicamente com Marta Suplicy em 2003, após testemunhar seu descaso ante as necessidades políticas da comunidade homossexual, que votou nela em peso. O ápice de sua gestão foi de agressividade explícita: a então prefeita fez baixar as grades da prefeitura, e sua guarda civil barrou a passagem de um grupo de militantes homossexuais que pedia uma audiência. Agora, no debate de domingo, essa senhora deixou cair de vez a máscara. A antiga feminista esqueceu tudo o que dizia. Será que o excesso de botox lhe virou a cabeça a ponto de achar que é um crime ser solteiro e não ter filhos, como ela “acusa” seu adversário político? O tempo é o senhor da razão: acuada em sua carreira política periclitante, Dona Marta mostrou que seu progressismo não passa de um rótulo demagogo e exibiu seu lado mais legítimo: o moralismo oportunista.

Assinado: JOÃO SILVÉRIO TREVISAN, escritor
Av. São Luís, 43/ap. 704 – 01046-001 – São Paulo, SP
RG: 3583.166-2

Filed under: Visibilidade! | Tags: , , | Max Reinert | Comments (0)

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Bem se diz que quem está perdendo é capaz de tudo para “tentar” dar a volta por cima… não sei se acredito (ou apoio!) esse ditado, mas já vi muita gente desesperada fazer ações pra lá de “baixas”!!! Ontem, não se falava outra coisa via Twitter que não fosse o golpe baixo da campanha da Marta para a prefeitura de São Paulo. Em um vídeo bastante equivocado ela coloca em pauta a sexualidade do outro candidato: Kassab. Tudo, obviamente, de maneira bastante sutil e com muita mensagem subliminar.

Abaixo reproduzo o post do amigo-virtual Marcos Freitas, do blog Passageiro do Mundo. E para a senhora dona marta (sim, tudo em minúsculo mesmo!!!) que pretende ser a Presidente do País deixo a seguinte pergunta: Com quem eu faço sexo é problema seu? Talvez até deva ser, mas não para a senhora usar como arma política!

Marta e o Falso Moralismo Político

Fico indignado com a capacidade vexatória desenvolvida pelo ser humano quando se está perdendo o jogo. Ontem, a candidata a prefeitura de São Paulo, Marta Teresa Smith de Vasconcelos Suplicy, 63 anos, política e psicóloga, filha de aristocratas paulistas, nascida e criada no berço da burguesia paulista, mais precisamente no bairro dos jardins, tentou desestabilizar o seu adversário Gilberto Kassab ao levantar questões sobre a sua vida afetiva. Marta foi casada com Eduardo Suplicy, também filho de aristocratas paulistas. Em 2000, Marta esperou apenas o desenrolar de sua campanha para prefeitura, para depois se divorciar-se em 2001 e casar-se com o franco-argentino Luis Favre em 2003, homem com quem Marta manteve uma relação extraconjugal durante o seu casamento com Eduardo Suplicy.

Quando prefeita de São Paulo, Marta acumulou 7 processos por improbidade administrativa e uma ação penal por conta de crimes da lei de licitação. A ex-prefeita, ou melhor, ninguém tem o direito de questionar a vida política e pessoal do seu adversário, tendo em vista que o seu passado de Marta, a condena. Ontem, foram veiculadas imagens publicitárias em nome de sua campanha eleitoral, nos comerciais é questionada a vida política e “pessoal” de Gilberto Kassab, sabemos que a biografia do Kassab não está entre as mais louváveis do cenário político brasileiro, mas questionar a vida pessoal de um candidato, e de forma esdrúxula, é inadmissível.

Nas inserções publicitárias foi questionado o fato de Kassab não ser casado e não ter filhos. No comercial um locutor faz as perguntas: “Você sabe mesmo quem é o Kassab? Sabe de onde ele veio? Qual a história do seu partido?…” Por fim, quando surge a foto do prefeito, a propaganda encerra com as questões: “Sabe se ele é casado? Tem filhos?”. Há Outro comercial de TV critica o passado político de Kassab e encerra com a questão: “Será que ele esconde mais coisas?”

Antes do debate da Band, ontem, a Folha de São Paulo perguntou a Marta se a propaganda não era contraditória com a sua biografia. “O que você está querendo insinuar?”, rebateu a petista. “São direitos de informação que todo mundo tem que ter”, completou a candidata. Podemos concluir que Marta disse nas entrelinhas que para ser prefeito tem que ser casado, ter filhos e ser heterossexual, ou seja, ela acredita que os gays são bons eleitores, mas para serem eleitos os gays se tornam inelegíveis… A orientação sexual do prefeito Gilberto Kassab não diz respeito a ninguém, isso não interfere na capacidade de administrador público. Tinha duvidas quanto a minha predileção a prefeitura de São Paulo, porém, julgo esse comportamento escroto e medonho da ex-prefeita como um ótimo fator decisório. Marta ao agir dessa forma ofendeu os gays, cuspiu na comunidade que ela usou/usa como palanque político. Sabemos que salvo um projeto de lei de união estável para gays que se encontra engavetado, Marta não faz nada, absolutamente nada para a comunidade LGBT.

Filed under: Indicando!,Pensando! | Tags: , , , , , , , | Max Reinert | October 13, 2008 Comments (6)

Aconteceu ontem a Parada Gay de Copacabana, no Rio de Janeiro. Não, eu não fui, porque moro em Florianópolis. Caso morasse no Rio, provavelmente iria, até porque na daqui eu fui.

Mas, acabei de ler um post no blog do Caesar Moura chamado De Peito Aberto e, novamente, concordo com muitas coisas que ele colocou lá.

Não acredito que as Paradas devam acabar, muito pelo contrário. Mas já passou da hora delas serem repensadas faz tempo.

Como diz o Caesar: “Ainda sonho com uma sociedade mais livre para meus tataranetos, mas se continuarmos usando os mecanismos políticos que temos como mais uma desculpa para o carnaval fora de época, perderemos o que conquistamos.”

Pois é… será que os grupos do “movimento” vão começar a pensar sobre isso algum dia?

* Em tempo: Caesar Moura é dramaturgo, produtor, diretor e ator de teatro. Seu trabalho reflete a “causa” GLBTT de maneira bastante interessante e livre de muitos clichês e preconceitos. Quem ainda não conhece,  vale a pena conhecer!

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